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15 coisas que aprendemos com o Whow!, o maior Festival de Inovação do Brasil.

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1. Nós somos formatados para pensar padrão. E a criatividade é algo que foge do padrão e ela precisa ser exercitada. 
2. É preciso trabalhar a criatividade como uma mudança de mindset, sair da cultura tradicional de disputa onde eu tenho uma ideia e não posso dividir com ninguém por medo de me
copiarem para uma cultura de compartilhamento e encorajamento. É preciso vencer o medo de ser exposto e julgado. 
3. A estratégia B2B tem que ser mais cirúrgica. Pra gerar conversão, precisamos falar com cada um de forma individualizada, entender a jornada de compra do usuário, quanto tempo
ele leva até comprar o meu produto ou serviço e traçar uma estratégia para cada um dos pontos de contato.
4. A geração de conteúdo para a geração de leads é muito relevante. A voz da marca precisa ser consistente para que a conversão seja mais efetiva.
5. O fator humano precisa estar focado em analisar e construir relacionamentos, ter relações pessoais e construir ideias disruptivas. Porque o ferramental será automatizado. 
6. A construção da marca não depende apenas do marketing. Depende da empresa toda e vem de dentro pra fora. Toda a comunicação disruptiva só pode ser feita se houver
de fato isso, se esse for mesmo o lugar da marca.
7. Não há nenhuma dúvida de que os dados são o futuro. Mas temos que tomar cuidado para que eles não nos bitolem e deixem de nos oferecer o novo.
8. A área de marketing precisa ser cada vez mais científica: testar hipóteses, entender qual é o resultado esperado com cada ação, otimizar o que está dando certo e fazer novos
testes com o que está dando errado.
9. É preciso entender e definir qual é o território de atuação da marca, onde ela vai fazer a diferença, qual é o “share of life” da marca, qual a importância dela na vida das pessoas.
10. Temos que saber transitar entre o hightech e o hightouch para fazer a diferença na vida das pessoas.
11. Os nativos digitais são a minoria, mas são eles que estão provocando o mercado a reverem suas entregas.
12. A transformação digital sem planejamento é desinformação digital.
4 perguntas chave precisam ser respondidas antes de inciar o processo de transformação digtal:
– Como os clientes internos e externos se comportam digitalmente?
– Como educar usuários e colaboradores?
– Como manter a diversidade de canais em tempos de otimização?
– Como desenvolver interfaces e interações mais friendly.
13. Tecnologia é exponencial, o ser humano não.
14. É preciso haver uma definição clara e saber qual é a ambição da empresa em relação a inovação. Pode ser desde automatizar um processo até criar um foguete. 
15. Inovação é sobre cultura. Contratar as pessoas certas é fundamental. É preciso se desprender do passado – e o passado pode ser semana passada – para conseguir inovar.
Precisamos mudar o modelo mental, disrupção é um processo.